domingo, 14 de maio de 2017

O erro e a culpa não existem


As palavras "culpa" e "erro" estão intrinsecamente relacionadas. Na maioria das vezes quando atribuímos o sentimento de culpa a nós próprios, é porque associamos que determinada acção nos levou ao erro, que por sua vez nos levou ao sentimento de culpa. É preciso desconstruir estes conceitos e é disso que eu quero falar hoje.

Culpa não existe. E erro também não!

E agora vocês perguntam: Como não?

Simplesmente, não.

Quando nós tomamos qualquer decisão nas nossas vidas, o nosso comportamento é baseado em premissas que nos fizeram acreditar que naquele determinado momento, a acção certa a adoptar seria aquela. Ninguém toma decisões sabendo de antemão que as mesmas nos vão conduzir ao fracasso, ou então, seríamos todos masoquistas.

E é por isso que o erro não existe. Porque na altura em que tomou aquela decisão pela qual se lamenta hoje, não sabia qual ia ser o resultado dessa acção.

Fez o melhor que podia?
Fez o melhor que sabia?
Deu tudo por tudo e ainda assim não resultou?

Se as respostas às perguntas acima são "Sim!" então não existe motivo para se sentir culpado por isso. Isso não é o reconhecimento do erro. Isso é ser cruel consigo mesmo.

Páre. Por um momento, páre e questione-se em voz alta:

Eu sabia que o resultado ía ser este?
Eu tomei as minhas decisões sabendo que ía correr mal?

Claro que não!

Então não seja tão exigente consigo mesmo(a) e espere pela próxima oportunidade, para que, com mais experiência e crescimento espiritual, possa tomar melhores decisões. As oportunidades são como as ondas do mar. Se não apanhamos uma, logo depois surge outra que podemos "agarrar." Só temos que estar atentos.

Na maioria das vezes a resposta já se encontra à nossa frente e já possuímos todo ou quase todo o conhecimento necessário para ultrapassar as dificuldades.

Foque-se não no que não deseja ou no que tem medo e em vez disso treine a sua mente para pensar nas oportunidades que podem daí surgir, nas soluções que estão ao virar da curva prontas para serem executadas. Tenha fé em si próprio(a) e com calma e tranquilidade adopte a acção que considerar a mais acertada, sem culpas.

Liberte-se!

Filomena

domingo, 2 de abril de 2017

Viva o momento presente a cada dia

    Domingo: (latim [dies] dominicus, dia do Senhor) substantivo masculino

    1. Primeiro dia da semana, depois de sábado e antes de segunda-feira.

    Para muitos o Domingo é o dia que antecede o início de mais uma semana de trabalho. Quantas pessoas já acordam ao domingo a pensar na segunda-feira e na semana que se avizinha? Se acordarmos hoje e pensarmos no amanhã, estamos a viver no futuro. Um futuro que trás preocupações e ansiedade desnecessárias. Nem sempre é fácil nos abstrairmos dos acontecimentos futuros, mas para bem do nosso espírito, devemos fazer um esforço.

    Se não é o seu caso e a procura de emprego tem sido uma constante, páre. Páre por um momento. O segredo da obtenção de bons resultados não está na pressa e na sobrecarga emocional, mas na forma como gerimos eficazmente a nossa energia. Se enviou dezenas de currículos e não obteve resposta não se martirize, pois isso só fará mal a si próprio. Seja gentil consigo. Descanse. Relaxe. Reponha energias e amanha volte a tentar ainda com mais energia e com a crença de que tudo vai correr bem.

    Então, só por hoje, tente fazer as coisas de maneira diferente. Amanheceu um dia lindo, cheio de luz. Agradeça essa benção e aproveite mais um dia de descanso em harmonia. Cuide de si, divirta-se, invista o seu tempo a fazer algo que lhe dá prazer, e sobretudo, não pense em trabalho.

    Bom Domingo!
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